Aproveitar o bom relacionamento comercial entre o Brasil e os Estados Unidos pode contribuir com as exportações ou importações. Entenda porque ocorreu essa melhora em 2017 no decorrer do artigo

Com o passar dos anos, a relação comercial entre o Brasil e os Estados Unidos foi se aprimorando. Essa melhoria foi fundamental para aumentar também os números de exportações entre os países, pois no período mais conturbado, esse mercado crescia num ritmo bem menos acelerado: 8,22%. Os Estados Unidos ocupavam o segundo lugar entre os principais países de destino das exportações brasileiras e no ranking dos países fornecedores de produtos para o Brasil.

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Quando se analisa os dados do MDIC percebe-se a importância crescente dos Estados Unidos como importadores de produtos industrializados produzidos pela indústria nacional. Nos oito primeiros meses de 2017, os bens de maior valor agregado geraram uma receita de US$ 9,94 bilhões, correspondentes a expressivos 56,2% do total embarcado para o maior mercado do planeta.

Com base nos dados extraídos de 2015, o Brasil ocupava a 9ª posição no ranking das direções das exportações norte-americanas. Nessa época, o país era um excelente comprador do mercado norte-americano, perdendo basicamente para Canadá, México e China, que se destacam como os maiores importadores de mercadorias dos Estados Unidos. Mas ainda possuía dificuldades para vender para os EUA.

Diante das mudanças no cenário político de ambos os países, o relacionamento comercial entre os dois cresceu 18% no ano passado. Em comparação a 2016, o número de empresas brasileiras que exportaram para os EUA cresceu 5,6% nos primeiros quatro meses de 2017. Esse crescimento também está atribuído aos resultados de um trabalho voltado a minimizar às burocracias dos dois países, que vem sendo desenvolvido desde 2006 com foco em facilitar o comércio bilateral.

A eliminação de travas aos negócios é o centro das relações comerciais, porém não há possibilidades de um acordo de livre comércio, mas sim mais fortalecido e livre de tantos entraves. Um exemplo: No momento, para comercialização de produtos agropecuários, está sendo acordado que serão autorizadas mediante a apresentação de certificados fitossanitários digitais e não mais em papel, como é hoje. Isso pode beneficiar ainda mais o mercado e reduzir processos burocráticos. Segundo o Jornal do comércio, em maio de 2017 já estava em operação um projeto-piloto desse documento. Ele também deverá ser adotado para as exportações para outros países.

bandeira dos estados unidosOs Estados Unidos são detentores do título de maior economia do mundo, com um PIB nominal de 17,42 trilhões de dólares. Portanto, é evidente que ter esse país como parceiro comercial é de extrema importância para o desenvolvimento econômico internacional de um país. Atualmente, os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, perdendo apenas para a China.

Geralmente as exportações brasileiras com destino aos Estados Unidos são compostas por produtos manufaturados em sua maioria, derivadas das vendas de máquinas mecânicas, aviões e combustíveis. Em seguida surgem os produtos básicos, como petróleo bruto e café, além dos semimanufaturados, como ferro, aço e pastas de madeira.

Já as importações brasileiras também são basicamente compostas em sua totalidade por produtos manufaturados, essencialmente pela compra de máquinas mecânicas e elétricas, óleo diesel, produtos químicos orgânicos e plásticos.

Atualmente, Brasil e Estados Unidos conquistaram uma reaproximação e uma maior abertura comercial. Novos acordos e investimentos estão na pauta dos líderes de ambos os governos. E se você quer aproveitar o momento e investir nesse mercado, a Growover pode auxiliar a sua empresa a obter sucesso.

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