Como se iniciou a guerra entre os dois países? Como está a situação hoje? E, como pode afetar a globalização? Descubra a resposta a essas questões aqui!

Através das últimas notícias, evidencia-se que a relação entre duas das maiores potências mundiais está bastante prejudicada, problema que tem a capacidade de abalar a atividade econômica global.

Pela primeira vez desde 2008, o dólar chegou a 7 yuans – o que significa que a moeda chinesa sofreu intensa desvalorização em relação ao dólar e, com isso, os produtos asiáticos ficaram mais baratos e competitivos em relação às importações.

O começo do problema foi quando os Estados Unidos determinaram taxas de 25% sobre a importação de aço e 10% sobre o alumínio de inúmeros países.

A dúvida global acerca deste problema é: trata-se de uma guerra comercial?

Na maioria dos casos, guerras comerciais são os conflitos iniciados quando um país exige tarifas comerciais à importação de uma nação, que corresponde sobretaxando os produtos de seu concorrente.

Para os especialistas em economia, ainda não há consenso sobre como caracterizar uma guerra comercial – e sim uma guerra de interesses entre os dois países.

Dentre os principais pontos desta relação conturbada, podemos destacar:

Como iniciou-se a guerra entre os países?

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou seus ataques aos produtos “made in China” ainda durante a campanha eleitoral.

Antes de ser eleito presidente dos EUA, o então candidato responsabilizava o gigante asiático pela perda de empregos industriais na América e prometeu impor tarifas de até 45% sobre os produtos chineses.

Após a eleição, o discurso de Trump se intensificou ainda mais e, em Janeiro de 2018, ele anuncia tarifas sobre painéis solares e máquinas de lavar da China.

Dois meses depois, a medida é aplicada também na importação de aço (25%) e alumínio (10%). Em abril daquele ano, Xi Jinping faz sua primeira retaliação e devolve o aumento de impostos em cerca de U$ 3 bilhões de produtos norte-americanos, marcando o início definitivo da guerra comercial.

Como a situação está nos dias de hoje?

A primeira tentativa de negociação entre as delegações da China e dos EUA começou em maio de 2018, sem nenhum impacto efetivo na troca de taxas entre os países durante os meses seguintes.

O primeiro sinal de um possível acordo veio apenas em novembro, através de um telefonema entre os líderes, durante o qual Trump afirmou que houve “uma grande ênfase” no assunto.

Quais os riscos para a globalização?

Na história recente da economia mundial, a tendência tem sido de abertura comercial dos países, incluindo a entrada da própria China na OMC, apesar de o país asiático ainda ser uma economia considerada “semiaberta”.

Uma eventual guerra comercial, com medidas protecionistas adotadas pelas principais nações globais, seria um passo atrás nesse movimento e poderia levar o mundo à “profunda recessão”, alertou em março o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

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