O coronavírus já é uma grande preocupação mundial no que tange a saúde, mas vem demonstrando sinais que afretará a economia mundial.

O efeito imediato e preocupante é o aumento dos preços de produtos importados da China, país onde o vírus se originou. Hoje a China ocupa a primeira posição na lista das origens de importações do Brasil.

Atualmente a China é o maior exportador do mundo, são US$ 2,487 trilhões exportados por ano, seguidos de Estados Unidos e Alemanha.

No ranking dos produtos mais exportados pelo país estão: equipamentos de transmissão, unidades de disco digital, peças de máquinas, circuitos eletrônicos, componentes eletrônicos e telefones.

A China além de exportador é um grande cliente do Brasil, hoje importa a soja, minério de ferro e óleos brutos de petróleo.

Com o surgimento da doença na cidade Wuhan no final de 2019, a doença se espalha rápido e como os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças como a gripe, a confirmação pode ser mais complicada de ser feita e com isso o medo de uma possível epidemia mundial começa a se espalhar tão rápido quando o vírus.

Apesar do coronavírus ainda não ter chegado no Brasil, as transações internacionais podem começar a ficar comprometidas em pouco tempo, visto que a exportação de produtos produzidos em escala, cujo valor é definido pela oferta e procura internacional, pode sofrer redução em breve, o que ocasiona a perda de receita e superprodução. E os impactos logísticos e atrasos produtivos para os produtos importados da China já é realidade para os importadores brasileiros.

Para reduzir a chance de contaminação, o Ministério da Saúde aconselha como evitar o contágio do coronavírus:

  • realizar lavagem frequente das mãos;
  • utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • manter os ambientes bem ventilados;
  • evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

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