Quais setores/mercados seriam favoráveis as empresas apostarem aproveitando a desvalorização do real perante o dólar?

O momento não parece nada favorável. Estima-se que o comércio global possa ter um retrocesso histórico entre 18,5% a 20% de queda no ano de 2020. Os efeitos pós pandemia ainda são incertos. O setor de bens de capital, por exemplo, é apenas um dos demais segmentos que contribuem para a retração nas exportações brasileiras, o qual estima-se uma queda entre 11% a 20% neste ano conforme o IPEA.

Todavia, o conceito de “slowbalization”, termo que se refere a um arrefecimento das transições no comércio mundial, ainda parece distante de acontecer… pelo menos no Brasil. A valorização da moeda americana, se bem utilizada com os diversos estímulos de alinhamento das políticas fiscais, monetárias e comerciais que deverão ser implantadas pelo governo, deverá estimular a busca pela exportação.

Segmentos que representam a originalidade e a imagem do Brasil no exterior podem apresentar, quando bem trabalhados, diversos fatores de vantagem competitiva em relação aos concorrentes globais. O setor de alimentos naturais e orgânicos (superfoods), sucos, vinhos, espumantes, cafés de origens especiais e, por que não, as famosas cachaças brasileiras, poderão ter boa aceitação em distintos mercados internacionais.

Estimular setores com conteúdo local, como por exemplo os relacionados ao agronegócio e o de papel e celulose pode se tornar um negócio sustentável a longo prazo para o empreendedor brasileiro. Não há dúvidas que a globalização irá crescer a ritmos menores nos próximos meses. Entretanto, participar ativamente de diferentes mercados, seguirá sendo uma ótima alternativa de diversificação para qualquer tamanho de empresa.

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