Diante da pandemia de Covid-19 que foi conhecida mundialmente no ano de 2020, grande parte de setores de serviço e indústrias mundiais foram obrigados a se reinventar e repensar em todas as suas estratégias, de mercado nacional e internacional.

Produtos que eram vendidos normalmente passaram a ter uma busca consideravelmente maior, virando então um “produto essencial”, tais quais o álcool gel e as máscaras de proteção.

Neste cenário em que podemos chamar caótico e de transformação, a reorganização da estrutura empresarial deve ser feita, pensando no fato de que em grandes crises surgem grandes oportunidades. Levando em conta de que a balança comercial Brasileira atingiu o nível de US$ US$ 402,7 bilhões entre Importações e Exportações em 2019 (fonte: Ministério da Economia), sendo US$ 225,30 bilhões de exportações.

O primeiro trimestre do ano de 2020 para o Brasil, encerra em  US$ 49,5 bilhões nas vendas ao mercado internacional  (exportações), e uma estimativa de US$ 43,9 bilhões nas compras no mercado internacional (importações). Comparando com o mesmo período do ano de 2019, as exportações brasileiras atingiam valores próximos de US$ 51,1 bilhões e US$ 42,1 bilhões nas importações, apresentando já nesses primeiros 90 dias do ano – uma grande diferença em seus valores – momento ainda não significativo sob o ponto de vista de otimismo quanto ao fim da crise da Pandemia.

No ano de 2020 em diante devemos sentir as retrações da economia e o valor da balança comercial deverá baixar – situação que devemos encarar no futuro, além de enfrentar novas medidas, regras e procedimentos nas práticas de comércio internacional. Em meio a pandemia, já houveram alterações positivas no que diz respeito a incentivos fiscais, onde o governo zerou as alíquotas de impostos dos itens diretamente relacionados ao combate do Covid-19,  além de outras medidas que permitiram empresas brasileiras comprar no mercado internacional produtos para comercialização interna.